Chega de
Sistema instalável
Na TIL: você usufrui da modernidade e velocidade de uma plataforma web.
LIMS sob medida
Um sistema de gestão laboratorial desenhado em cima do fluxo que o seu laboratório já domina, do recebimento da amostra ao laudo assinado. Rastreabilidade, cálculo e auditoria no lugar certo.
Manifesto TIL
O mercado acostumou o laboratório a se contorcer para caber no software. A gente faz exatamente o contrário: um produto pensado para o seu processo de laboratório.
Chega de
Na TIL: você usufrui da modernidade e velocidade de uma plataforma web.
Chega de
Na TIL: rotinas laboratoriais práticas, telas diretas e sem curva de aprendizado infinita.
Chega de
Na TIL: você recebe exatamente o que o seu laboratório precisa. Nada de módulo inútil no pacote.
Chega de
Na TIL: o sistema é desenhado junto com a sua equipe e validado etapa por etapa.
Chega de
Na TIL: corrigir falha é obrigação nossa, não upgrade cobrado.
Chega de
Na TIL: a licença é sua. Cadastre quantos usuários o laboratório precisar.
Chega de
Na TIL: o sistema cresce com você. Mais análises, mais gente, mais unidades, sem trava.
Chega de
Na TIL: nada de planilha paralela nem remendo. Cada tela nasce para o seu fluxo real.
Chega de
Na TIL: os dados precisam estar disponíveis, não escondidos. Eles são seus, com acesso e exportação livres.
Quem somos
Conhecemos a rotina de bancada, os prazos apertados e as auditorias. Por isso o LIMS que implementamos nasce do processo real do seu laboratório, não de um catálogo genérico.
Sentamos com a sua equipe e mapeamos como o laboratório realmente trabalha, da recepção da amostra ao laudo.
Desenhamos telas, cadastros e relatórios com você, validando cada decisão antes de escrever código.
Você recebe um sistema funcional, com a equipe treinada, e ele continua evoluindo junto com o laboratório.
Serviços
Uma equipe especializada em desenvolvimento, qualidade, pesquisa e dados. Tudo no mesmo lugar.
Especialistas em desenvolvimento de LIMS sob medida: do levantamento do fluxo à implantação, com personalização total para a sua rotina.
Consultores em ISO/IEC 17025 para estruturar a qualidade do laboratório e preparar acreditações sem sufoco.
Mestres em informática dedicados à redação de projetos de pesquisa, com estratégia para captar recursos e aprovar propostas.
Cientistas de dados aplicados às suas informações analíticas, especialmente cromatografia, para reduzir o tempo de interpretação de resultados.
Criadores de inteligências artificiais aplicadas ao dia a dia do laboratório: triagem, previsão e automação de rotinas.
Gestão da qualidade
Cláusula por cláusula: o que a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 cobra do laboratório e o que o LIMS da TIL põe na sua mão para cumprir e provar.
| Cláusula | O que a norma exige | O que o LIMS da TIL entrega |
|---|---|---|
| 4.14.2 Imparcialidade e confidencialidade | Identificar e tratar os riscos à imparcialidade, e proteger toda informação do cliente obtida ou criada durante o ensaio. | Acesso por papel: cada pessoa enxerga só o que lhe cabe. A trilha de auditoria guarda quem leu, quem alterou e quando. A declaração de conflito de interesse fica no cadastro de quem executa e de quem aprova. |
| 6.2 Pessoal | Definir a competência exigida, autorizar formalmente cada pessoa para as atividades que executa e manter os registros dessa qualificação. | Ficha de competência por analista, com formação, treinamentos e data da última qualificação. A autorização é por ensaio: quem não está autorizado não abre a análise, e o sistema avisa antes de a requalificação vencer. |
| 6.3 Instalações e condições ambientais | Monitorar, controlar e registrar as condições ambientais quando elas influenciam a validade dos resultados, e controlar o acesso às áreas. | Registro ambiental por sala, com faixa aceitável configurada, alerta quando o valor sai do limite e marcação do ensaio que rodou fora da faixa. A entrada em área restrita também fica registrada. |
| 6.46.5 Equipamento e rastreabilidade metrológica | Calibrar, verificar e manter os equipamentos, deixar visível o estado de cada um e amarrar o resultado a padrões reconhecidos, por cadeia ininterrupta de calibrações. | Ficha por equipamento com plano de calibração e de manutenção, certificado anexado e agenda com alerta de vencimento. Equipamento vencido ou fora de serviço fica bloqueado para uso. Cada resultado guarda o equipamento, o padrão e o material de referência aplicados, com lote, validade e incerteza. |
| 6.6 Produtos e serviços fornecidos externamente | Garantir que insumos e serviços externos que afetam o ensaio sejam adequados: definir requisitos, aprovar fornecedores e acompanhar o desempenho deles. | Cadastro de fornecedores com critério de aprovação, avaliação periódica e histórico de ocorrências. Reagente, material de referência e calibração terceirizada ficam amarrados ao ensaio que os consumiu. |
| 7.1 Análise crítica de pedidos, propostas e contratos | Analisar o pedido antes de aceitar: método adequado, capacidade e recursos disponíveis. Registrar as diferenças resolvidas e comunicar ao cliente qualquer desvio. | Triagem do pedido com conferência de escopo, método, prazo e capacidade instalada. O pedido só vira ordem de serviço depois da aprovação registrada, e mudança de escopo fica com data, responsável e aceite do cliente. |
| 7.2 Seleção, verificação e validação de métodos | Usar métodos apropriados, verificar o desempenho dos normalizados antes de colocá-los em uso e validar os métodos desenvolvidos ou modificados. | Biblioteca de métodos com versão vigente. Os estudos de verificação e de validação (linearidade, limite de detecção e de quantificação, exatidão, precisão, robustez) ficam anexados ao método, e todo ensaio carimba a versão que foi usada. |
| 7.3 Amostragem | Ter plano e método de amostragem, registrar os dados da coleta (quem coletou, quando, onde e em que condições) e também os desvios do plano. | Ordem de coleta com o plano vinculado, registro do amostrador, data, hora, ponto de coleta com georreferência e condição encontrada em campo. O desvio é registrado com aceite de quem autorizou. A amostra já nasce no sistema antes de chegar ao laboratório. |
| 7.4 Manuseio de itens de ensaio | Ter procedimento para transporte, recebimento, manuseio, armazenamento e descarte, com identificação inequívoca do item e registro dos desvios de condição. | Recebimento com código único e etiqueta, foto e observação da condição de chegada, cadeia de custódia com responsável e horário a cada movimentação, controle de armazenamento e registro do descarte. |
| 7.5 Registros técnicos | Registrar informação suficiente para repetir a atividade, identificar quem executou e quem verificou, e manter rastreável toda alteração, preservando o dado anterior. | Caderno eletrônico com assinatura do executante e contra-assinatura do revisor. Correção não apaga nada: o valor anterior fica guardado com autor, data, hora e motivo da mudança. |
| 7.6 Avaliação da incerteza de medição | Identificar as contribuições de incerteza, avaliá-las para cada ensaio e levar o resultado em conta ao relatar. | Planilha de incerteza anexada ao método, com cálculo automático da incerteza expandida a partir dos dados do próprio ensaio e o valor carimbado no resultado e no relatório. |
| 7.7 Garantia da validade dos resultados | Monitorar a validade dos resultados com controle de qualidade interno, participar de ensaios de proficiência ou comparações interlaboratoriais e analisar os dados obtidos. | Carta de controle por ensaio, alimentada por branco, duplicata, réplica e amostra controle, com alerta quando o ponto sai do limite ou a tendência se repete. Ensaio de proficiência registrado com o desempenho obtido, como o índice z. |
| 7.8 Relato de resultados | Relatar de forma exata, clara e objetiva, com as informações exigidas pela norma e as emendas devidamente identificadas. | Relatório emitido a partir do dado já registrado, sem redigitação, com numeração única e responsável identificado. Emenda posterior gera complemento rastreável ligado ao relatório original. |
| 7.9 Reclamações | Manter processo documentado para receber, avaliar e decidir sobre reclamações, com resposta ao reclamante e imparcialidade de quem trata o caso. | Reclamação vinculada ao pedido ou ao relatório de origem, com fluxo, prazo e responsável que não participou do ensaio questionado. Comunicação ao cliente e desfecho ficam rastreáveis do começo ao fim. |
| 7.10 Trabalho não conforme | Tratar o trabalho não conforme com responsabilidade definida, avaliação da significância, ação sobre o que já foi entregue e aviso ao cliente quando couber. | A não conformidade abre do próprio ensaio e segura a emissão do relatório. Se ele já tinha saído, o sistema exige a comunicação ao cliente e registra a decisão sobre retomar ou não o trabalho. |
| 7.11 Controle de dados e gestão da informação | Validar o sistema antes do uso, proteger contra acesso indevido e adulteração, registrar falhas, manter cópia de segurança e garantir a integridade em cálculos e transferências. | Esta é a cláusula do próprio LIMS. Dossiê de validação do sistema, controle de acesso por papel, trilha de auditoria inviolável, backup com teste de restauração, registro de falhas e validação das fórmulas e das interfaces com os equipamentos. É aqui que o auditor de um laboratório informatizado mais aperta. |
| 8.38.4 Controle de documentos e de registros | Aprovar documentos antes do uso, manter a versão vigente no ponto de uso, impedir o uso do obsoleto e reter os registros protegidos pelo prazo definido. | Controle de versão de POP com aprovação eletrônica, leitura confirmada pelo analista e obsoleto arquivado, rastreável e fora do uso. Registros com prazo de retenção configurável e exportação pronta para auditoria. |
| 8.5 Ações para abordar riscos e oportunidades | Identificar os riscos e as oportunidades das atividades, planejar ações proporcionais e integrá-las ao sistema de gestão. | Matriz de riscos com probabilidade e impacto, ação vinculada a cada risco, com responsável e prazo, e reavaliação periódica preservando o histórico das anteriores. |
| 8.6 Melhoria | Buscar oportunidades de melhoria e obter retroalimentação dos clientes, analisando-a para melhorar o sistema, as atividades e o serviço. | Pesquisa de satisfação disparada na entrega do relatório, registro de sugestões e elogios, e painel que cruza o retorno do cliente com reclamações e não conformidades. |
| 8.78.8 Ação corretiva e auditoria interna | Atacar a causa da não conformidade, verificar a eficácia da ação tomada e auditar internamente conforme programa planejado. | Plano de ação com causa raiz, prazo, responsável e verificação de eficácia registrada. Agenda de auditoria interna com roteiro por cláusula e achados ligados às ações que eles geraram. |
| 8.9 Análise crítica pela direção | Analisar criticamente o sistema em intervalos planejados, com as entradas definidas pela norma e as saídas registradas. | Painel que consolida sozinho as entradas exigidas: tendência de não conformidades, resultado de ensaio de proficiência, desempenho de fornecedores, volume e prazo de ensaios. A ata da reunião sai com decisões, responsáveis e acompanhamento. |
A TIL entrega a ferramenta e a evidência organizada. Conformidade quem constrói é o laboratório, e acreditação quem concede é o organismo acreditador, no Brasil a Cgcre do Inmetro. Nenhum software acredita ninguém.
Como a conformidade é construída
Parece contradição e não é. O que o seu laboratório tem de único é o processo, e é isso que desenhamos com você. O que a norma exige de todo mundo é igual para todo mundo, e isso já está construído, validado e funcionando antes de o seu projeto começar.
Núcleo da plataforma
Vive na camada que grava os dados, abaixo de qualquer tela. Não é módulo, não é opcional e não entra em escopo de projeto: já está lá quando o seu sistema começa a ser desenhado.
Evolui para todos ao mesmo tempo. Quando a regulação muda, quem ajusta somos nós, uma vez, e todos os laboratórios recebem no mesmo dia.
Sob medida
É aqui que o seu laboratório é diferente dos outros, e é aqui que o projeto acontece. Tudo o que for construído nesta camada já nasce apoiado no núcleo acima.
Um módulo novo feito para você no ano que vem já nasce auditável, porque a trilha não é escrita por ele: é do núcleo.
A pergunta que separa um LIMS sério de uma promessa é simples: a trilha de auditoria foi programada dentro de cada tela, ou está na camada que grava os dados? No primeiro caso ela precisa ser refeita, testada e paga a cada módulo novo, e basta um esquecimento para um registro escapar. No segundo, ela é uma propriedade do sistema. Faça essa pergunta a quem estiver vendendo, e peça para ver a tela que prova. A nossa está na demonstração.
Demonstração
Clique abaixo e em menos de 20 segundos você poderá explorar uma demonstração de um beta dos nossos clientes de LIMS.
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Mais do que clientes, construímos parceiros. Fale com quem chegou até nós, cresceu ao nosso lado e escolheu permanecer.