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TIL

LIMS sob medida

Saia do monopólio de LIMS. Crie o SEU LIMS para o SEU processo.

Um sistema de gestão laboratorial desenhado em cima do fluxo que o seu laboratório já domina, do recebimento da amostra ao laudo assinado. Rastreabilidade, cálculo e auditoria no lugar certo.

  • LIMS
  • ISO/IEC 17025
  • Ciência de dados em Química Analítica
  • Inteligência Artificial
TIL
Tecnologia
Inovação
Laboratórios

Manifesto TIL

Chega de aceitar o LIMS como ele vem.

O mercado acostumou o laboratório a se contorcer para caber no software. A gente faz exatamente o contrário: um produto pensado para o seu processo de laboratório.

Chega de

Sistema instalável

Na TIL: você usufrui da modernidade e velocidade de uma plataforma web.

Chega de

Complexidade no laboratório

Na TIL: rotinas laboratoriais práticas, telas diretas e sem curva de aprendizado infinita.

Chega de

Pagar por funcionalidades que não usa

Na TIL: você recebe exatamente o que o seu laboratório precisa. Nada de módulo inútil no pacote.

Chega de

Pagar por algo que não satisfaz

Na TIL: o sistema é desenhado junto com a sua equipe e validado etapa por etapa.

Chega de

Pagar mudança de versão por falha do produto

Na TIL: corrigir falha é obrigação nossa, não upgrade cobrado.

Chega de

Pagar por usuário

Na TIL: a licença é sua. Cadastre quantos usuários o laboratório precisar.

Chega de

Limitações para escalar

Na TIL: o sistema cresce com você. Mais análises, mais gente, mais unidades, sem trava.

Chega de

Gambiarras e adaptações

Na TIL: nada de planilha paralela nem remendo. Cada tela nasce para o seu fluxo real.

Chega de

Dados escondidos

Na TIL: os dados precisam estar disponíveis, não escondidos. Eles são seus, com acesso e exportação livres.

Saia do monopólio de LIMS.

Crie o SEU LIMS para o SEU processo.

Quero o meu LIMS

Quem somos

Tecnologia de laboratório feita por quem entende de laboratório.

Conhecemos a rotina de bancada, os prazos apertados e as auditorias. Por isso o LIMS que implementamos nasce do processo real do seu laboratório, não de um catálogo genérico.

  • 15 Anos conhecendo as dores dos laboratórios de dentro
  • 17.025 Alto conhecimento em processos laboratoriais certificados
  • 100% Criada por brasileiros para brasileiros!

Como trabalhamos

  1. Entender seu fluxo

    Sentamos com a sua equipe e mapeamos como o laboratório realmente trabalha, da recepção da amostra ao laudo.

  2. Desenhar junto

    Desenhamos telas, cadastros e relatórios com você, validando cada decisão antes de escrever código.

  3. Entregar funcional

    Você recebe um sistema funcional, com a equipe treinada, e ele continua evoluindo junto com o laboratório.

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Serviços

O que a TIL faz pelo seu laboratório

Uma equipe especializada em desenvolvimento, qualidade, pesquisa e dados. Tudo no mesmo lugar.

Desenvolvimento LIMS

Especialistas em desenvolvimento de LIMS sob medida: do levantamento do fluxo à implantação, com personalização total para a sua rotina.

Consultoria ISO/IEC 17025

Consultores em ISO/IEC 17025 para estruturar a qualidade do laboratório e preparar acreditações sem sufoco.

Projetos de pesquisa

Mestres em informática dedicados à redação de projetos de pesquisa, com estratégia para captar recursos e aprovar propostas.

Ciência de dados

Cientistas de dados aplicados às suas informações analíticas, especialmente cromatografia, para reduzir o tempo de interpretação de resultados.

Inteligência artificial

Criadores de inteligências artificiais aplicadas ao dia a dia do laboratório: triagem, previsão e automação de rotinas.

Gestão da qualidade

Gestão da qualidade na ISO/IEC 17025

Cláusula por cláusula: o que a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 cobra do laboratório e o que o LIMS da TIL põe na sua mão para cumprir e provar.

Ver a tabela completa 21 cláusulas
Requisitos da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 confrontados com as entregas do LIMS da TIL.
Cláusula O que a norma exige O que o LIMS da TIL entrega
4.14.2 Imparcialidade e confidencialidade Identificar e tratar os riscos à imparcialidade, e proteger toda informação do cliente obtida ou criada durante o ensaio. Acesso por papel: cada pessoa enxerga só o que lhe cabe. A trilha de auditoria guarda quem leu, quem alterou e quando. A declaração de conflito de interesse fica no cadastro de quem executa e de quem aprova.
6.2 Pessoal Definir a competência exigida, autorizar formalmente cada pessoa para as atividades que executa e manter os registros dessa qualificação. Ficha de competência por analista, com formação, treinamentos e data da última qualificação. A autorização é por ensaio: quem não está autorizado não abre a análise, e o sistema avisa antes de a requalificação vencer.
6.3 Instalações e condições ambientais Monitorar, controlar e registrar as condições ambientais quando elas influenciam a validade dos resultados, e controlar o acesso às áreas. Registro ambiental por sala, com faixa aceitável configurada, alerta quando o valor sai do limite e marcação do ensaio que rodou fora da faixa. A entrada em área restrita também fica registrada.
6.46.5 Equipamento e rastreabilidade metrológica Calibrar, verificar e manter os equipamentos, deixar visível o estado de cada um e amarrar o resultado a padrões reconhecidos, por cadeia ininterrupta de calibrações. Ficha por equipamento com plano de calibração e de manutenção, certificado anexado e agenda com alerta de vencimento. Equipamento vencido ou fora de serviço fica bloqueado para uso. Cada resultado guarda o equipamento, o padrão e o material de referência aplicados, com lote, validade e incerteza.
6.6 Produtos e serviços fornecidos externamente Garantir que insumos e serviços externos que afetam o ensaio sejam adequados: definir requisitos, aprovar fornecedores e acompanhar o desempenho deles. Cadastro de fornecedores com critério de aprovação, avaliação periódica e histórico de ocorrências. Reagente, material de referência e calibração terceirizada ficam amarrados ao ensaio que os consumiu.
7.1 Análise crítica de pedidos, propostas e contratos Analisar o pedido antes de aceitar: método adequado, capacidade e recursos disponíveis. Registrar as diferenças resolvidas e comunicar ao cliente qualquer desvio. Triagem do pedido com conferência de escopo, método, prazo e capacidade instalada. O pedido só vira ordem de serviço depois da aprovação registrada, e mudança de escopo fica com data, responsável e aceite do cliente.
7.2 Seleção, verificação e validação de métodos Usar métodos apropriados, verificar o desempenho dos normalizados antes de colocá-los em uso e validar os métodos desenvolvidos ou modificados. Biblioteca de métodos com versão vigente. Os estudos de verificação e de validação (linearidade, limite de detecção e de quantificação, exatidão, precisão, robustez) ficam anexados ao método, e todo ensaio carimba a versão que foi usada.
7.3 Amostragem Ter plano e método de amostragem, registrar os dados da coleta (quem coletou, quando, onde e em que condições) e também os desvios do plano. Ordem de coleta com o plano vinculado, registro do amostrador, data, hora, ponto de coleta com georreferência e condição encontrada em campo. O desvio é registrado com aceite de quem autorizou. A amostra já nasce no sistema antes de chegar ao laboratório.
7.4 Manuseio de itens de ensaio Ter procedimento para transporte, recebimento, manuseio, armazenamento e descarte, com identificação inequívoca do item e registro dos desvios de condição. Recebimento com código único e etiqueta, foto e observação da condição de chegada, cadeia de custódia com responsável e horário a cada movimentação, controle de armazenamento e registro do descarte.
7.5 Registros técnicos Registrar informação suficiente para repetir a atividade, identificar quem executou e quem verificou, e manter rastreável toda alteração, preservando o dado anterior. Caderno eletrônico com assinatura do executante e contra-assinatura do revisor. Correção não apaga nada: o valor anterior fica guardado com autor, data, hora e motivo da mudança.
7.6 Avaliação da incerteza de medição Identificar as contribuições de incerteza, avaliá-las para cada ensaio e levar o resultado em conta ao relatar. Planilha de incerteza anexada ao método, com cálculo automático da incerteza expandida a partir dos dados do próprio ensaio e o valor carimbado no resultado e no relatório.
7.7 Garantia da validade dos resultados Monitorar a validade dos resultados com controle de qualidade interno, participar de ensaios de proficiência ou comparações interlaboratoriais e analisar os dados obtidos. Carta de controle por ensaio, alimentada por branco, duplicata, réplica e amostra controle, com alerta quando o ponto sai do limite ou a tendência se repete. Ensaio de proficiência registrado com o desempenho obtido, como o índice z.
7.8 Relato de resultados Relatar de forma exata, clara e objetiva, com as informações exigidas pela norma e as emendas devidamente identificadas. Relatório emitido a partir do dado já registrado, sem redigitação, com numeração única e responsável identificado. Emenda posterior gera complemento rastreável ligado ao relatório original.
7.9 Reclamações Manter processo documentado para receber, avaliar e decidir sobre reclamações, com resposta ao reclamante e imparcialidade de quem trata o caso. Reclamação vinculada ao pedido ou ao relatório de origem, com fluxo, prazo e responsável que não participou do ensaio questionado. Comunicação ao cliente e desfecho ficam rastreáveis do começo ao fim.
7.10 Trabalho não conforme Tratar o trabalho não conforme com responsabilidade definida, avaliação da significância, ação sobre o que já foi entregue e aviso ao cliente quando couber. A não conformidade abre do próprio ensaio e segura a emissão do relatório. Se ele já tinha saído, o sistema exige a comunicação ao cliente e registra a decisão sobre retomar ou não o trabalho.
7.11 Controle de dados e gestão da informação Validar o sistema antes do uso, proteger contra acesso indevido e adulteração, registrar falhas, manter cópia de segurança e garantir a integridade em cálculos e transferências. Esta é a cláusula do próprio LIMS. Dossiê de validação do sistema, controle de acesso por papel, trilha de auditoria inviolável, backup com teste de restauração, registro de falhas e validação das fórmulas e das interfaces com os equipamentos. É aqui que o auditor de um laboratório informatizado mais aperta.
8.38.4 Controle de documentos e de registros Aprovar documentos antes do uso, manter a versão vigente no ponto de uso, impedir o uso do obsoleto e reter os registros protegidos pelo prazo definido. Controle de versão de POP com aprovação eletrônica, leitura confirmada pelo analista e obsoleto arquivado, rastreável e fora do uso. Registros com prazo de retenção configurável e exportação pronta para auditoria.
8.5 Ações para abordar riscos e oportunidades Identificar os riscos e as oportunidades das atividades, planejar ações proporcionais e integrá-las ao sistema de gestão. Matriz de riscos com probabilidade e impacto, ação vinculada a cada risco, com responsável e prazo, e reavaliação periódica preservando o histórico das anteriores.
8.6 Melhoria Buscar oportunidades de melhoria e obter retroalimentação dos clientes, analisando-a para melhorar o sistema, as atividades e o serviço. Pesquisa de satisfação disparada na entrega do relatório, registro de sugestões e elogios, e painel que cruza o retorno do cliente com reclamações e não conformidades.
8.78.8 Ação corretiva e auditoria interna Atacar a causa da não conformidade, verificar a eficácia da ação tomada e auditar internamente conforme programa planejado. Plano de ação com causa raiz, prazo, responsável e verificação de eficácia registrada. Agenda de auditoria interna com roteiro por cláusula e achados ligados às ações que eles geraram.
8.9 Análise crítica pela direção Analisar criticamente o sistema em intervalos planejados, com as entradas definidas pela norma e as saídas registradas. Painel que consolida sozinho as entradas exigidas: tendência de não conformidades, resultado de ensaio de proficiência, desempenho de fornecedores, volume e prazo de ensaios. A ata da reunião sai com decisões, responsáveis e acompanhamento.

Cobertura parcial

  • 5.4, 5.5 e 5.6 · Requisitos estruturais. O LIMS não define a estrutura do laboratório, mas materializa duas coisas que a norma cobra: o escopo de atividades, com catálogo separando ensaio acreditado de não acreditado e impedindo relatar com o símbolo de acreditação o que está fora do escopo, e as responsabilidades, com papéis e alçadas de aprovação.
  • 8.2 · Documentação do sistema de gestão. A política e os objetivos da qualidade ficam hospedados e distribuídos pelo mesmo controle documental da cláusula 8.3, então é extensão do que já está na tabela, e não um item à parte.

A TIL entrega a ferramenta e a evidência organizada. Conformidade quem constrói é o laboratório, e acreditação quem concede é o organismo acreditador, no Brasil a Cgcre do Inmetro. Nenhum software acredita ninguém.

Como a conformidade é construída

Sob medida são as telas. A conformidade vem pronta.

Parece contradição e não é. O que o seu laboratório tem de único é o processo, e é isso que desenhamos com você. O que a norma exige de todo mundo é igual para todo mundo, e isso já está construído, validado e funcionando antes de o seu projeto começar.

Núcleo da plataforma

Construído uma vez, para todos os clientes

Vive na camada que grava os dados, abaixo de qualquer tela. Não é módulo, não é opcional e não entra em escopo de projeto: já está lá quando o seu sistema começa a ser desenhado.

  • Trilha de auditoria: quem alterou, o quê, quando, o valor antes e depois. Toda escrita, de todo módulo.
  • Integridade encadeada: cada evento sela o anterior com SHA-256. Alterar o registro no meio quebra a corrente e a conferência aponta onde.
  • Assinatura eletrônica no padrão da Lei 14.063/2020, com verificação pública por código.
  • Controle de versão de documento e de método, com retirada de obsoleto e revisão programada.
  • Preservação do registro: excluir recolhe, nunca apaga. O que saiu da tela continua íntegro para a auditoria.
  • Validação do núcleo feita por nós, com requisitos, testes e matriz de rastreabilidade que o seu auditor pode ler.

Evolui para todos ao mesmo tempo. Quando a regulação muda, quem ajusta somos nós, uma vez, e todos os laboratórios recebem no mesmo dia.

Sob medida

Desenhado com você, para o seu processo

É aqui que o seu laboratório é diferente dos outros, e é aqui que o projeto acontece. Tudo o que for construído nesta camada já nasce apoiado no núcleo acima.

  • As telas e o vocabulário que a sua equipe já usa.
  • O fluxo da amostra, do recebimento ao laudo, do jeito que ela anda no seu laboratório.
  • Os seus métodos, as suas especificações e os seus critérios de aceitação.
  • A integração com os equipamentos que estão na sua bancada.
  • O laudo com a sua marca e o conteúdo que o seu cliente e o seu setor exigem.
  • A qualificação de operação e de desempenho no seu ambiente, com a sua equipe.

Um módulo novo feito para você no ano que vem já nasce auditável, porque a trilha não é escrita por ele: é do núcleo.

A pergunta que separa um LIMS sério de uma promessa é simples: a trilha de auditoria foi programada dentro de cada tela, ou está na camada que grava os dados? No primeiro caso ela precisa ser refeita, testada e paga a cada módulo novo, e basta um esquecimento para um registro escapar. No segundo, ela é uma propriedade do sistema. Faça essa pergunta a quem estiver vendendo, e peça para ver a tela que prova. A nossa está na demonstração.

Demonstração

Veja na prática, sem compromisso

Clique abaixo e em menos de 20 segundos você poderá explorar uma demonstração de um beta dos nossos clientes de LIMS.

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